Jesus de Nazaré?

Nazaré não é mencionada nos registros históricos ou textos bíblicos em tempo algum e não recebe nenhuma menção por nenhum historiador contemporâneo.

Nazaré não é mencionada no Antigo Testamento, nem Talmud (o código de lei judaica), nem Apócrifos , não aparece em qualquer literatura rabínica e nunca ouve qualquer achado arqueológico de que teria existido tal cidade.

Nazaré não foi incluída na lista de localidades das tribos de Zebulon (Josué 19:10-16), que menciona doze cidades e seis aldeias.
Nazaré não está incluída entre as 45 cidades da Galiléia mencionadas por Flavio Josefo (37AD-100AD)

Philon de alexandria(judeu helenizado do século I) lista várias localidades mas nunca menciona "nazaré".

Tal nome também não consta dentre as 63 cidades da Galiléia mencionadas no Talmude.

A única referência a esta cidade "Nazaré" encontra-se neste Novo Testamento (canone criado em Roma no século IV), onde aparece 29 vezes diferentes.
As cartas que foram atribuidas a paulo de tarso é mencionado o termo "Jesus" 221 vezes mais nunca menciona a cidade de Nazaré.
A Fábulas Bíblicas, Jesus o Messias de Roma



Datas interessantes não divulgadas

O livro de Jó foi escrito em torno do ano -500 após o cativeiro babilônico quando o hebraico arcaico deixou de ser falado, o personagem Satanás descrito neste livro é coisa nova, não existia nenhuma crença em Satanás no tempos antigos.

Quanto ao Deus, que na verdade não é um nome e sim um título, era o deus EL, um ídolo Cananeu.

A lenda de Jó foi escrita baseado no antigo poema Sumério chamado:
"Poema do Justo Sofredor Sumério”

O personagem Jó foi criado e teria servido de aposta entre tal Deus e Satanás, e Jó não podia reclamar pois sofreria o castigo.

O Poema do Justo sofredor Sumério relata a vida de um rico religioso que mesmo perdendo tudo e ser abandonado pelos deuses não perdeu a sua fé e no fim teria sido “recompensado”.
Cerca de 4 mil anos atrás os egípcios observando que o Carvalho é a árvore mais nobre e a mais atingida pelos raios, concluíram que o Carvalho seria a morada terrestre dos Deuses, e passaram a bater com os dedos em algum pedaço de Carvalho, para chamar a proteção da divindade.

Porém foram os Celtas e os Romanos que mais espalharam pelo mundo o costume de bater três vezes na madeira para afugentar o azar.

Por volta do século -VI o Deus EL foi renomeado para Yahweh e Hebreu para Judeu.

No ano -1364 o Rei Amenófis IV trocou o nome para Akenaton, “Aquele que agrada a Aton”, e propôs que se cultuasse o Deus “EU SOU“, e tentou iniciar o monoteísmo no antigo Egito.

“EU SOU“ era o Deus de Moises como descrito na própria bíblia, Moises seria um Egípcio Porém Moisés não subiu em nemhuma montanha para receber tais leis pois um ídolo Cananeu não fala.

Ao colocar Moises na montanha o escritor bíblico faz uma homenagem ao Deus EL, o Deus das montanhas. Da mesma maneira como escreveram que Jesus pregava nas montanhas, uma homenagem ao Deus bíblico EL
Por volta de 1200 a.C. Cassandra, a “sibila Titurbina”, previu que “Nos campos de Belém, em algum lugar agreste, eis que uma virgem se tornará mãe imaculada de um Deus, nascido em carne e mortal!”.
Cassandra, a sibila Titurbina:

Nos campos de Belém, em lugar agreste Eis que uma virgem se torna mãe de um deus! E o menino, nascido em carne mortal, Suga o leite puro do seu seio casto. Oh! Três vezes feliz! Tu aleitarás O Filho do Eterno, protegendo-o com os teus braços.
A sibila Europa:

Sob um pequeno alpendre, aberto, inabitado O Rei dos Reis nasce pobremente. Ele que tem o poder de dispor de todos os bens! Vejam: sobre o feno, seu corpo descansa. Os mortos, do Inferno, piedoso tirará. Depois, triunfante, em glória, subirá aos céus.
A sibila Helespôntica (Ano -560):

Os povos não sofrerão mais, como no passado. Verão em abundância as colheitas de Ceres. Uma santa jovem, sendo mãe e virgem Conceberá um filho de poder imortal. Ele será deus da paz, e o mundo, perdido, Será salvo por Ele.
A sibila Egípcia:

O verbo se fez carne, sem poluição Duma virgem Ele toma seu corpo. Exprobará o vício; e a alma depravada Ante Ele cobrirá a face. Aqueles que ante Ele se arrependerem Terão socorro e graça na hora do sofrimento.

Teve várias, mas vamos destacar a sibila Romana, pois fez cumprir tais "profecias" criando o Jesus Cristo atraves de decretos
Ano -598 , Nabucodonosor II deportou os primeiros judeus para a Babilônia como escravos.
Ano -539, Decreto de Ciro autorizou os judeus regressarem à Judá. Portanto foi praticamente 59 anos e não 70 como ensinam.

A existência do Purgatório foi concebida em 593 durante o pontificado do papa Gregório I e proclamada pelo Segundo Concílio de Lyon (1274), pelo Concílio de Florença (1438 1445), e pelo Concílio de Trento (1545 1563).

O purgatório não existe. Trata-se de uma invenção da Religião Católica, concretamente do papa Gregório I, em 593 e que veio a ser aprovada no Concílio de Florença de 1439(1438 1445) e confirmada no de Trento em 1563 (1545 1563).
Da mesma forma como céu, inferno, Jesus Cristo, Salvação, Perdição..etc, tudo inventado pela politica religiosa

Em torno de -538 após os hebreus sairem da Babilonia a versão dos escritos passou a ser sacerdotal, e a lenda de Lilith passou se vista como uma superstição.

Ano -400, ficou “pronta” a primeira versão escrita do Gênesis.

Ano -332 teve inicio a difusão da cultura hebráica.

Ano -277 vários textos bíblicos foram excluídos da Bíblia, inclusive a lenda de Lilith; o Rei Ptolomeu Filadelfo patrocinou a tradução do Pentateuco para o grego, que passou a se chamar Septuaginta.

Ano -197 a.C. para que os judeus se tornassem numerosos; e um dia a Judéia deixasse de ser uma província do Império Selêucida, foi introduzido no “Antigo Testamento”, a suposta “ordem divina” para "Crescei e multiplicai-vos”.

Ano -167 a.C., a religião hebraica foi oficialmente proibida pelo Império Selêucida.

Ano -63 a.C., Jerusalém é conquistado e a Judéia torna-se uma província romana.

No ano -2 a crença da ressurreição dos mortos se firmou-se entre os orientais.

No ano -1 morreu Herodes.

No ano 6 Quirino realizou o censo na Judeia e na Síria, não foi em todo mundo conforma escreveram na bíblia.

Em 50, terminou a obrigação dos convertidos precisarem ser circuncidados.

Em torno de 55 d.C. quem se passa pelo Apóstolo Paulo, alegou que Cristo seria o “Ungido”, entretanto o Cristo só seria fabricado no século III

Em 70, mais uma vez o Templo é profanado, saqueado e arrasado.

Em 188, a Torá oral virou a Torá escrita.

Em 300, no Concílio de Elvira (Espanha), foi elaborada a primeira Lei proibindo os Padres de poder casar. Como o Concílio de Elvira era provincial e não ecumênico, a proibição não se entendeu a todas as Igrejas da época.

Em 321, Constantino trocou “O Dia do repouso”, de Sábado para Domingo.

Em 326 Constantino e bispos católicos uniram o Deus Hesus com o Deus Krishna e formaram a dupla Jesus cristo

Em 326, foram fabricados os 4 Evangelhos e Cristo foi considerado o esperado Messias.

No Século IV, São Jerônimo redigiu a primeira Bíblia em Latim, e excluiu diversos textos apócrifos.

Em 327, as comemorações da “Fuga do Egito” foram substituídas pela PÁSCOA cristã, onde se festeja a última ceia do Cristo.

Em 335, Constantino determinou que a “Igreja do Santo Sepulcro” é o local onde o corpo de Cristo teria sido sepultado.

Em 354, o Papa “São Libério” transformou a festa do nascimento do Deus Mitra no “Natal cristão”.

Em 380, por intermédio de Teodósio e através do “Édito de Tessalônica”, o cristianismo foi transformado na religião oficial do Império romano.

Em 381, o Papa São Dâmaso decretou o dogma da “Santíssima TRINDADE”, as Orações do “Credo” foram unificadas, e a Igreja de Cristo passou se chamar “Igreja Católica”.

Em 382 d.C. por ordem do Papa São Jerônimo, foi produzido a “Vulgata”.

Em 383, o cristianismo tornou-se uma religião onde o martírio era prova de conversão.

Em 385, O Talmud Yrushalim começou se escrito por Rabí Ashí

Em 386, João Crisóstomo instituiu o Natal cristão e chamou as Escrituras de “Bíblia”.

Em 389, Teófilo, hoje Santo Teófilo, que tinha o apoio do Imperador Teodósio, é nomeado “Patriarca de Alexandria”, e inicia uma violenta campanha de destruição de todos os Templos e Santuários não-cristãos. Atribui-se a Teófilo a destruição dos “Templos de Mitríade” e de Dionísio.

Em 391, O Arcebispo Teófilo proibiu à existência de Templos de outros deuses, desmontou o Templo de Serapis, e destruiu a Biblioteca de Alexandria.

Teófilo achava que se algum livro contestasse a Bíblia esse livro deveria ser destruído, e caso o livro confirmasse o que a Bíblia mostra, o livro não teria serventia, pois já temos a Bíblia, sendo assim, o melhor seria destruir todos os outros livros.

Em 394, o culto a Jesus Cristo foi substituído pela Missa.

No Século IV, os mapas passaram a mostrar a Cidade de Nazaré; o “Monte Horebe” passou se chamar Monte Sinai, e foi parar no Egito.

Em 400, a “Virgem Maria” foi proclamada a “Mãe Imaculada de Deus”, foi inventado o sinal da Cruz e a missa pelos defuntos.

Em 415, tendo se tornado maioria, os cristãos passaram de perseguidos a perseguidores, e uma turba incitada pelos cristãos assassinou Hipátia, a bela, brilhante e carismática professora de matemática, filha de Theon de Alexandria.

O assassinato de Hipátia fez com que pesquisadores e filósofos trocassem Alexandria pela Pérsia, Alexandria deixou de ser o grande centro de ensino das ciências do Mundo Antigo, e o Ocidente mergulhou no obscurantismo, do qual só saiu mais de 1000 anos depois.

Em 416, o Papa Inocêncio tornou obrigatório o Batismo infantil.

Em 431, durante o Concílio de Éfeso, foi decretada a “Maternidade divina da Virgem Maria”, e a “Cruz de Copta” virou a “Cruz de Tropos”.

No século IV a “Quarta feira de Cinza” tornou-se “O Dia Penitencial”, em que manifestamos nosso desejo pessoal de CONVERSÃO a Deus.

Em 440, foi sugerido que o Natal fosse comemorado em dezembro.

Em 451 o VII CONCÍLIO ECUMÊNICO de Calcedônia, decretou que, “A natureza humana de Jesus foi absolvido pela sua divindade”.

Em 480, o Talmud babilônico foi criado, ao se juntar o Guemará com a Torá escrita.

Em 500, já que o povo era iletrado, a Arte passou a funcionar como narrativa bíblica, e os Sacerdotes começam a se vestir de forma diferenciada dos leigos.

Entre os Séculos IV e VI, os Padres bizantinos escolheram o novo local onde seria o Monte Sinai; a Igreja aproveitou o desaparecimento das grandes bibliotecas e a ausência da atividade editorial, para monopolizar a escrita e a informação; o povo foi propositadamente deixado na ignorância; a leitura da Bíblia foi desencorajada, e pouco a pouco, a Igreja foi impondo o seu domínio sobre a sociedade.

Em 525, a orientação de se comemorar o Natal em 25 de dezembro tornou-se obrigatória, e a data do nascimento de Jesus foi transformada no marco do Calendário atual.

Em 526, a Convenção d.C. fez surgir o chamado "Marco Zero".

Em 527, o Imperador Justiniano mudou a sede do império para Roma.

Em 533, foi proposto “A virgindade perpetua da Virgem Maria”.

Em 590, Gregório, “O Grande”, torna-se o primeiro Monge a virar Papa.

No Século V, o termo "APÓCRIFO" foi cunhado por São Jerônimo, para designar os livros que não faz parte de algum Cânon.

Em 601, os “07 PECADOS CAPITAIS” foram enumerados e agrupados pelo Papa Gregório.

Em 607, depois do 2º Concílio de Constantinopla, o Imperador Phocas dá ao Bispo de Roma o direito de primazia universal sobre a cristandade.

No século VI no Mosteiro de Santa Catarina, no Sinai, foi fabricado o Cristo Pantocrator do Sinai; um retrato ícone, onde Jesus é representado como sendo: jovem, da raça branca, bonito, alto, louro, com olhos azuis, e de cabelos longos, lisos e castanhos.

Em torno de 609, Columbano usou na França a Confissão AURICULAR, pois os pecados eram perdoados através de coletivas Penitencias tarifadas, destinadas a castigar os pecados conforme a sua gravidade.

Entre 609 e 614, as fogueiras que há mais de cinco mil anos saldavam a chegada do Verão europeu foram transformadas na Festa de São João; Bonifácio IV converteu o Panteão do Templo pagão na Igreja dedicada à “Virgem Maria”; e para diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa do “Halloween”, criando o Dia de Finados (2 de novembro).

Entre 640, o Concílio regional do Latrão propôs que, a “Virgem Maria” concebeu Jesus sem sêmen, por intermédio do “Espírito Santo”, que a “Virgem Maria” deu à luz sem corrupção, e que a “Virgem Maria” permaneceu virgem.

Em 649, o Concílio Lateranense proclamou a “Virgindade Perpetua” da mãe de Jesus.

Em 670, por ordem do Papa Vitaliano, a Missa passou ser celebrada em latim.

Em 680, a Cruz deixou de ser o símbolo da morte para virar a logomarca do cristianismo.

Em 723, o Califa Jesid proibiu a representação plástica de Deus e a dos Santos.

Em 723, São Bonifácio derrubou o “Carvalho sagrado” do Deus Odim, usou o mesmo para construiu uma Capela e iniciou a cristianização da Germânia.

Em 731, o “Anno Domini” virou a expressão a.C. “Antes de Cristo”.

Em 756, Pepino “O Breve”, Rei dos francos, doou as terras que originou o Vaticano.

Em 758, as ordens religiosas do Oriente passaram usar a “Confissão auricular”.

Em 787, foi oficializado o Culto a Cruz, as Imagens, e as Relíquias de Santos, e Adriano I decretou que, sejam condenados os que combatem o culto às Imagens de escultura.

Em 795, o Papa Leão III decretou que, o incenso faria parte do cerimonial da Igreja.

Em torno de 800 d.C. o “CARVALHO SAGRADO DE ODIN” foi substituindo pela "Árvore de Natal”.

Em 803, o Concílio de Mogúncia inventou a festa da Assunção da Virgem Maria.

Em 818, Pascácio Radberto inventou a doutrina da Transubstanciação.

Em 830, teve inicio o costume de se usar "Água benta” e “Ramos bentos”.

Em 876, a Papisa Joana de Giliberta (que pariu durante uma Procissão), instituiu a Quaresma.

Em 884, o Papa Adriano III aconselhou a canonização dos Santos.

Em 933, foi instituída a "canonização dos Santos”.

Em 998, foi criado o “Dia de Finados” e o Jejum durante a Quaresma.

Em 1000, foi inventada a Peregrinação, a Confissão auricular torna-se uma prática confessional; a Missa passou a designar-se o Sacrifício de Jesus; a Igreja inventou o "Eu te absolvo"; e foi estabelecido que o fim do mundo fosse no ano de 1033.

Em 1003, o Papa João XVII oficializou o dia em que se reza pelas Almas dos defuntos; não aconteceu o fim do mundo; e à profecia não se confirmou.

Em 1054, a Igreja Ortodoxa de Constantinopla se separou da Igreja de Roma.

Em 1059, Nicolau I criou o Conclave, “Colégio de Cardeais”.

Em 1074, o Papa Gregório VII decretou a obrigatoriedade do celibato sacerdotal.

Em 1076, a INFALIBILIDADE do Papa foi declarada.

Em 1088, foi criada a Bíblia Hebraica Padrão, baseada em alguns textos massoréticos.

Em 1090, Pedro o Ermitão, inventou o “Rosário” cristão.

Em 1095, Urbano II criou as Indulgências, e começou os apelos para realizar as Cruzadas.

Em 1125, a ideia da “Imaculada Concepção da Virgem Maria” foi confirmada.

Em 1164, Pedro Lombardo enumerou “Os Sete Sacramentos” da Igreja.

Em 1185, o Papa Lúcio III ordenou que os cidadãos jurassem fidelidade à Igreja e entregassem os recalcitrantes.

Em 1190, teve inicio a venda do “Perdão”, das “Indulgências” e a remissão dos Pecados.

Em 1200, a Hóstia substituiu a “Ceia do Senhor” nas cerimônias religio$a, e o Papa passou a ser o representante

daquele a quem pertence à Terra e os que nela habitam.

Em 1215, o Papa Inocêncio III, instituiu a Transubstanciação durante a Missa.

Em 1216, teve inicio a "Confissão auricular" dos pecados aos Padres; e o Concílio de Latrão determinou a obrigatoriedade da abstinência sexual do clero.

Em 1223, o Papa Gregório IX reiniciou a Inquisição e São Francisco de Assis montou o primeiro “Presépio” vivo.

Em 1226, o Arcebispo inglês Estevão chamou de “Bíblia” o conjunto de livros reunidos para formar tanto o Velho como o “Novo Testamento”.

Em 1227, por ordem de Gregório IX, a Campainha passou a fazer parte da Missa.

Em 1229, ficou proibido à leitura da Bíblia e de vários livros não autorizados, e o Concílio de Toulouse estabeleceu as bases da nova Inquisição, que foi promulgada por Gregório IX, em 1232.

Em 1264, o Papa Urbano IV, instituiu a “Festa de Corpus Christi”.

No século XIII, por influencia de São Tomas de Aquino, a Igreja adotou que a Terra é o centro do Universo.

No Século XIII textos da Bíblia foram traduzidos para o português por Dom Dinis.

Em 1300, foi decretado que, para a “Salvação” é necessário a submissão ao Pontífice romano.

Em 1304, o florentino Giotto di Bondone criou o afresco “Estrela de Belém”.

Em 1306, desabou a proibição de só se poder retratar os Santos e Anjos.

Em 1311, teve inicio a primeira “Procissão do Santíssimo Sacramento”.

Em 1317, começou ser ensinada aos fieis a Oração da “Ave-Maria”.

Em 1360, a “Hóstia sagrada” começou ser levada durante as Procissões.

Em 1440, o Concílio de Florença decidiu que o matrimônio cristão é indissolúvel e o sétimo Sacramento.

Em 1414, o Concílio de Constança determinou que o Vinho fosse retirado do cerimonial da Missa, e que somente a Hóstia passaria ser servida aos fiéis.

Como em torno de 1309, Dante Alighieri inventou o Purgatório, e em 1439, o severo Papa Eugênio IV oficializou a ideia do Purgatório e usou o Purgatório cristão para facilitar a venda de indulgencias.

Em (1478 a 1834) se deu a Inquisição Católica na Espanha, e em Portugal (1536 a 1821) ,tiveram um papel preponderante na conversão de Muçulmanos e Judeus ao Catolicismo, muitos deles foram obrigados a renegar as suas religiões e a aderir ao Cristianismo ou, então, teriam que abandonar o país

Em 1452, o Papa Nicolau V, autorizou Portugal escravizar as Nações que fossem encontradas; e Johann Gutenberg publicou a primeira Bíblia impressa

Em 1484, foram autorizados os Processos contra bruxas.

No século XIV, os Cruzados inventaram a “Via-Sacra”, que até hoje é visitada pelos turistas.

Em 1517, Lutero rebelou-se contra a venda de Indulgências e a remissão dos pecados.

Em 1522, Lutero traduziu o “Novo Testamento” e publicou a primeira Bíblia em alemão.

Em 1525 o protestante Zwínglio começou a perseguir os anabaptistas de Zurique, as penas iam desde o afogamento no lago ou em rios, até a fogueira.

Em 1531 Lutero afirmou: "Que bom que Zwínglio morreu no campo de batalha, foi em triunfo que Deus bem conduziu os seus negócios, Zwínglio está morto e condenado por ser ladrão, rebelde e levar outros a seguir os seus erros".

Em 1540, o saber tornou-se uma propriedade exclusiva de Deus, e só Deus poderia divulgar.

Em 1546, durante o Concílio de Trento, São Roberto Belarmino, com a finalidade de aliciar os que se apóiam na vã ilusão de que se poderia ir para o Céu, redigiu o Catecismo. Os livros apócrifos “Tobias”, Judith, Sabedoria, Macabeus I e II, Eclesiástico e Baruque foram anexados a Bíblia; e se decretou “Que sejam considerados condenados todos os que não crêem na Bíblia”.

Em 1547 James Gruet se atreveu a publicar uma nota criticando Calvino, foi preso, torturado no potro duas vezes por dia durante um mês e, finalmente, sentenciado à morte por blasfémia; seus pés foram pregados a uma estaca e a sua cabeça foi cortada.

Em 1551, o trigo e o vinho viraram o sangue e a carne de Jesus.

Em 1555 os irmãos Comparet foram acusados de libertinagem pelos protestantes, foram executados e esquartejados; seus restos mortais foram exibidos em diferentes partes de Genebra.

Em 1560, foram listadas “As 07 Virtudes Capitais”, para se opor aos “Pecados Capitais”.

Em 1563, o Concílio de Trento definiu que, a Tradição é tão valiosa como a Palavra de Deus., e alguns livros apócrifos foram aceitos como canônicos.

Em 1572, na noite de São Bartolomeu, 70.000 protestantes foram martirizados.

Em 1592, o Papa Clemente VIII, autorizou publicar a primeira Bíblia com os apócrifos.

Em 17 de fevereiro de 1600, o Padre Giordano Bruno foi queimado vivo na fogueira, por afirmar que existia vida em outros planetas.

Em 1611, foi publicado a Bíblia do Rei Jaime.

Em 1629, “A Bíblia das Igrejas reformada” excluí os apócrifos nas suas edições.

Em 1633, São Roberto Belarmino adaptou o Catecismo aos costumes da época.

Em 1654, o Bispo Anglicano James Ussher, estudando as cronologias bíblicas, concluiu que “Deus criou o mundo em outubro do ano -4004

Em 1707, no Brasil, os seguidores das religiões não cristãs passaram a ser perseguidos pelo cristianismo.

Em 1753, foi publicada a primeira Bíblia em português, por João Ferreira de Almeida.

Em 1761, a Inquisição religiosa foi extinta no Brasil.

Em 1784, o Racionalismo ajudou demolir as Legislações contra as bruxas.

No Século XVIII, teve inicio o culto a Nossa Senhora Aparecida, e os ovos de chocolate se tornaram o símbolo da Páscoa cristã.

Em 1826, o Papa Leão XII, decretou que, São Pedro é o Padroeiro do Brasil.

Em 1854, foi inventado o dogma da “Imaculada Concepção”.

Em 1870, foi inventada a infalibilidade do Papa, em questões de fé e moral.

Em 1881, foi publicado a Bíblia da Igreja Anglicana.

Em 1888 com a assinatura da lei áurea aos negros foram permitidos frequentar algumas igrejas dos brancos.

Em 1890, foi decretada a separação entre a Igreja e o Estado Brasileiro

Em 1901, foi publicada a versão Padrão Americana da Bíblia.

Em 1908, o TRIBUNAL DA SANTA INQUISIÇÃO mudou o nome para “CONGREGAÇÃO DA DOUTRINA DA FÉ”.

Em 1929, o Vaticano foi criado através de um acordo entre a Santa Sé e Mussolini.

Em 1930, o Papa Pio XI decretou que Nossa Senhora Aparecida é a “Padroeira do Brasil”.

Em 1914 os Luteranos passaram há celebrar o dia 31 de outubro como o Dia da Reforma.

Em 1945, São Carlos aboliu o Jejum eucarístico.

Em 1950, o Papa Pio XII decretou que Maria subiu ao céu em corpo e alma.

Em 1952, a versão padrão americana da Bíblia foi revisada e atualizada.

Entre 1962-1965, o Concílio Vaticano II, e o Papa Paulo VI determinaram que a Missa Passasse a ser celebrada no idioma de cada comunidade, e não mais em latim, e que ao celebrar a Missa o Sacerdote evitasse ficar de costas para os fiéis

Em 1963, a Igreja Católica deixou de cultuar São Jorge.

Em 1965, a Missa deixou de ser celebrada em latim, e o Concílio Vaticano II, publicou um documento onde a Paixão de Cristo não poderia, mas ser imputado a todos os judeus e nem aos judeus de hoje.

Em 30 de junho de 1980, embora também se comemorasse o Descobrimento da América, o Dia da criança, o 159º ano da Independência e o 92º ano da República brasileira, o “Presidente” militar do Brasil João Batista de Oliveira Figueiredo, através da LEI 6.802, para agradecer a visita ao Brasil do Papa João Paulo II, declarou feriado nacional o dia 12 de outubro, para culto público e oficial a Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.

Em 1984, a Itália aprovou o Divórcio; a obrigatoriedade do ensino religioso foi abolida; e o Vaticano perdeu o título de "Cidade Sagrada".

Em 1989, foi abolida a necessidade de se Comungar em jejum.

Em 1993, saiu uma outra versão da Bíblia

Em 1995, apesar das DST, o Papa voltou a condenar o uso de preservativos.

Em 1999, os católicos e luteranos tentaram se reconciliar, e Mark Miravalles pediram que o Papa proclamasse que a “Virgem Maria” seria a quarta pessoa da Trindade e uma Co-Redentora.

Em 2000, O mundo não acabou, nenhum demônio foi solto, e o Jesus Cristo Romano não retornou

Em 2002, foi concluída a tradução dos 813 “manuscritos do Mar Morto”. Sem que se tenha achado alguma prova ou mesmo algum relato referente à lenda de Moisés; a suposta existência de Jesus ou a sua lendária ressurreição.

Outras datas serão acrescentadas///

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