O outro lado da Bíblia
Leia todo o conteúdo

A dupla Hesus e Krishna pelo inventado pelo Catolicismo

Jesus e Cristo inventado pelo protestantismo







O da esquerda é o Hesus, o Deus Celta dos Druidas, conhecido no mundo religioso como Jesus

O da direita é o Krishna, um Deus Hindu também adotado pelos Romanos e conhecido como o Cristo

Hesus foi adotado pelos Romanos aonde se tornou Jesus, sendo pintado com outro aspecto:


Não parece a dupla Cosme e Damião?
Pois é.....

Segundo este novo testamento Jesus teria nascido hà 2000 anos atrás

E o Cristo quando teria nascido?
Porque são dois deuses, e não apenas um como ensinam

O Deus Hindu KRISHNA foi unido ao Deus dos Druidas Hesus, através de decretos Romanos

CRISTO É KRISHNA


Qual é o significado da palavra cristo?
Cristo vem do grego christos, significa “o ungido”
Christos é a versão grega da palavra “Krishna”
Portanto, Krishna ou Cristo, o nome é o mesmo
O cristão pode glorificar tanto o Cristo como o Krishna

Então, se o Hesus (Jesus) é um Deus Europeu, e krishna (Cristo), um Deus Indiano, como fica tal nascimento?
Vamos entender sobre os Druidas:

Os Druidas caracterizavam a sociedade Celta, uma classe de médicos, sacerdotes, historiadores e tudo mais que se possa pensar.

A sociedade Celta era divida em três classes: O Rei, os Druidas, e o povo, porém os Druidas eram superiores aos Reis.

Os Druidas englobavam várias funções, seria semelhante a nos dias de hoje, o termo que engloba várias profissões.

Eram especializadas as funções dos druidas que eles tinham escolas com especialidades.

São seis os tipos mais comuns de druidas:

1- Druida-Brithem

Eram os juizes, os celtas nunca chegaram a ter suas leis escritas, apenas os Brithem a conheciam, assim a função deles era percorrer as casas e as cidades e resolver impasses que surgissem.
2- Druida-Liang

Eram os médicos e curandeiros. Em geral passavam mais de 20 anos em seus estudos antes de praticarem a cura, tinham especializaçòes entre si, entre eles estavam as ervas, as cirurgias..etc
3- Druida-Scelaige

Eram os narradores, eles tinham como função apenas repetir a história dos celtas que lhe haviam sido contada por outros scelaige. (A escrita era proibida a não ser para rituais da religião) Apenas repetiam para que a história não fosse esquecida. Também juntavam à sua história as novas trazidas pelos Sencha
4- Druida-sencha - Já que os sceilage ficavam trancados apenas repetindo, estes deveriam percorrer as terras celtas e compor novas histórias sobre o que estava acontecendo, estas seriam repassadas aos scelaige que as decoraria.
5- Druidas-Filid - Eram a mais alta classe dos druidas, a sua função eram o contato direto com os deuses
(Na verdade não passa de uma lenda, qual dos deuses manteriam contato? Nenhum)
6- Druidas-Poetas - Uma vez que os druidas Scelaige decoravam a história, era preciso que alguém as aprendesse e contassem ao povo, essa era a função dos poetas, que mantinham a tradição celta viva.
Os celtas foram o primeiro povo a se submeter ao Império Romano, tanto que no final do século - II, a Gália Cisalpina e a Celtibéria já eram territórios conquistados.

Com as Gálias já conquistadas, as legiões avançaram para as Ilhas britânicas, onde a caida aconteceu sendo concluída no fim século I

Nesta época as tribos celtas na Europa Central caiam no domínio dos povos germânicos.
Em tese, era o fim da cultura La Tène e a arte celta, acabou confinada na Ilha da Irlanda, veio florescer novamente no início da Idade Média, porém em um ambiente cristão.
Afora a região irlandesa, a tradição e as línguas de herança céltica ainda sobreviveram nas demais regiões habitadas pelos celtas nos últimos anos que antecederam a dominação, como na Cornualha, Ilha Manx e as Highlands escocesas (Terras altas - Reino Unido), na Bretanha (França), na Galícia (Espanha) e na Galácia (Turquia).
O termo “celta” normalmente é usado para identificar um povo que viveu seu auge no século -IV, ocupando o noroeste do continente europeu e as ilhas britânicas.

Como se dividiam em várias tribos independentes, os celtas também acabaram cultuando muitas lendas e deuses diferentes em cada região da Europa em que se espalhavam.

A mitologia celta se dividia em dois grupos, a mitologia continental e a mitologia irlandesa

O Druidismo é uma religião politeísta, tribal e exclusivamente Celta.

Os Druidas eram um povo de origem indo-europeia que habitava extensas áreas da Europa pré-romana.

Sob o comando de Julio César, no século -I, a Gália Transalpina foi tomada e no mesmo período a Galácia tornava-se província subordinada a Roma.

Depois que os celtas foram conquistados Julio César passou a ser adorado pelo Império Romano como um deus.

I Concílio de Nicéia - a criação (União) de Hesu e Krishna (Atual Jesus e Cristo)
Criação de documentos que viria a ser chamar novo testamento
E o prefácio da criação do Deus Espírito Santo


Data: 20/05 do ano 325 - Papa: Silvestre I (314-335)


Temas principais:

Criar um deus padrão para o Império Romano, cuja natureza deveria ser igual ao Criador, e também igual a Ele.

Decretar que tal deus seria gerado, não criado, consubstancial ao Pai.

Fixar a data da Páscoa a ser celebrada no primeiro domingo após a primeira lua cheia da primavera.


O dia da Páscoa cristã, segundo o primeiro concílio de Nicéia do ano 325 convocado pelo imperador romano Constantino, é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre em ou logo após 21 de março

Portanto, a páscoa é uma festa móvel,sem uma data fixa, celebrada no domingo seguinte à primeira lua cheia da primavera.

É isto uma realidade ou não? Não só a pascoa é uma norma como também o jesus,o cristo e a trindade.

Algum cristão seja catolico ou protestante ousa contrariar as normas Romanas?

Religião e o Império Romano


Até o Primeiro Concílio de Nicéia, os romanos adoravam praticamente deuses gregos, Apolo e Zeus..etc
Roma não tinha um deus próprio antes de Constantivo criar o deus padrão Hesus e Krishna. (Jesus e Cristo)

Apesar de adorar deuses gregos também idolatravam Júlio César
César foi divinizado pelo Senado Romano após sua morte (15 de março de 44 aC), era reverenciado como " Julius Divino".
A palavra "Salvador" foi anexado ao seu nome, e seu significado literal "aquele que semeia a semente", ou seja, ele era um deus fálico.

O "Julius Divino", como o Salvador Romano e "Pai do Império" foi considerado "Deus" entre a população romana por mais de 300 anos.
Ele era a divindade em alguns textos de padres ocidentais reconhecido nas escrituras orientais.
Júlio César foi reverenciado como "Deus salvador universal manifesto na vida humana , " e seu sucessor Augustus foi chamado de "Deus ancestral e Salvador de toda raça humana"

Imperador Nero (54-68) cujo nome original era Lúcio Domício Enobarbo (37-68), foi imortalizado como o "Salvador da humanidade".

(Fonte: O Homem e seus deuses, Homer Smith, Little Brown & Cia., Boston, 1952).

Aliás falando em Nero, ensinam por aí que ele exterminou cristãos na arena, entretanto isto não foi uma realidade
( Não existia cristão em tal época muito menos o coliseu, como também nenhum cristão foi perseguido pela Roma cristã)


A intenção de Constantino no concílio de Nicéia era criar um deus completo e totalmente novo para o seu império, aonde iria unir todas as facções religiosas sob uma só divindade.

(Deu certo a idéia de Constantino? Sim, várias nações atuais seguem o Cristianismo Romano)

Religiosos foram convidados a discutir e decidir quem seria o novo Deus. Discutiram entre si, expressando motivos pessoais para a inclusão de escritos particulares que promoveriam os traços mais delicados desta divindade especial.

Durante a reunião, os debates ficaram acalorados, e os nomes de 53 deus foram colocados sobre a mesa para discussão. "Entretanto nenhum deles foi escolhido pelo conselho, e esta discussão durou cerca de um ano e cinco meses e não foi votado."

(O Livro de Deus Eskra, tradução Prof. SL MacGuire, Salisbury, 1922, capítulo XLVIII, n.os 36, 41).
No final desse tempo Constantino voltou para a reunião, e como nenhum deus foi escolhido pelos bispos, lançou uma lista resumida com cinco deuses que foram:

César - Krishna - Mitra - Horus - Zeus


Fonte: (História Eclesiástica, Eusébio, c. 325)

Ja pensou se César fosse o escolhido, voces certamente estaríam adorando César como o Messias prometido

Diante do impasse dos religiosos, Constantino resolveu ele mesmo escolher o novo deus, para isto envolveu facções britânicas e decidiu que o nome do deus Druida, Hesus, deveria se unir ao deus salvador Oriental Krishna
E assim Hesus + Krishna, ou Hesus e Krishna foi escolhido por Constantino como o novo deus padrão do Império Romano.
Hesus e Krishna foi levado a votação e foi o mais votado (161 a 157) então as duas divindades por decreto se tornaria um só deus. (Porém isto seria impossivel pois tais deuses eram de locais diferentres, tal decreto é mais um engano político)

Constantino promoveu um encontro oficial sobre este decreto e o senado Romano aprovou legalmente estas duas divindades como sendo uma.
Fonte: (Acta Concilii Nicaeni, 1618).

Esse ato completamente político de divinização colocou Hesus e Krishna juridicamente como um deus romano, como um composto individual.

E no ano 380 o Cristianismo foi oficializado pelo imperador Teodósio, o Grande, (imperador do Ocidente)
No século 17 o protestantismo renomeou Hesus para Jesus e Khrisna para Cristo, assim a nova dupla é conhecida como Jesus + Cristo ou Jesus e Cristo, e por ser inventado não tem histórico, pois a dupla original é Hesus e Khrisna

E assim a dupla "Messiânica" Hesus e Khrisna é ocultada do povo, que por desconhecer adora a dupla inventada pelo protestantismo.

Esus ou Hesus, o deus da guerra da mitologia celta era adorado pelos gauleses, e no século III desta era juntamente com krishna o deus Hindu, passou a fazer parte da mitologia Romana atraves de decreto do Imperador Constantino e bispos, foram unidos aonde se tornaram o Deus padrão do Império Romano com o nome adotado, Hesus e krishna, o atual Jesus e Cristo

Hesus também é um deus do fogo, esta caracterísica é narrada neste novo testamento:

Lucas 3,16 "Ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo”.

Jesus e Cristo, como também Deus não são nomes próprios


Porque não? Porque são nomes inventados, não existe tradução para nomes próprio, no entanto, Jesus, Cristo e Deus são traduzidos, cada nação fala conforme a sua lingua.




Lingua Canaanita, a pioneira


Não existe a letra J no Latim, no Grego, no Hebráico, e nem na lingua Canaanita.

E a circulação da letra "J" em alfabetos deu-se somente no início do século XVII.

A lingua Canaanita é a pioneira, o Grego, o Hebraico..etc são cópias desta lingua.

Para enganar o povo, ensinam que a lingua Canaanita é derivada dos "Semitas", que aliás não existe nada que prove que tal povo existiu.

Afastaram a lingua Canaanita do povo, entretanto os escritos antigos foram escritos pelos Cananeus na lingua Canaanita
Bíblias com nomes posterior ao Hesus e krishna, e anterior ao Jesus e Cristo:

IESU impresso na bíblia em 1681 como se vê na foto abaixo:



Na outra foto veja que o nome já mudou para JESU e o autor permane João Ferreira de Almeida, porém não foi ele, igualmente hoje, você abre a bíblia e lá se encontra: Tradução: João Ferreira de Almeida.


Em outubro de 1691, Almeida morreu. A tradução foi completada em 1694 por Jacobus op den Akker, pastor calvinista holandês.
Depois de passar por muitas mudanças, foi impressa na Batávia, em dois volumes: o primeiro em 1748 e o segundo, em 1753.
Assim, JESU evoluiu para JESUS

Portanto o nome Jesus não foi dado por um anjo coisa nenhuma, o autor foram os protestantes.

O nome original do "Messias" segundo o seu criador foi Hesus e Khrisna.

Modificado pelo protestantismo em pleno século 17 para Jesus e Cristo.

Ao povo foi ensinado chamar Jesus Cristo, porém está totalmente errado, pois são dois deuses.

"Espirito Santo", o único Deus criado por Roma

Os Romanos não tinham um deus próprio para adorar, não antes de eles adotarem a dupla Hesus e Khrisna.

Adoravam os deuses de outros povos e a seus imperadores, como foi o caso de Júlio César, Nero..etc

Esta dupla foi adotada no século III, por volta do ano 327, ela não foi criada, pois já existia, uma entidade é Européia e a outra é Asiática.

Porém no século IV Roma criou um "Deus", que é adorado pelos cristãos em geral

Roma criou o "Espírito santo", e uniu ao Deus Cananeu El, ao Deus Druida Hesus e ao Deus Hindu Khrisna.

E decretou como uma trindade santíssima.

Entretanto existe aí um grande engano, pois não são três, são quatro, ou seja, um quarteto de deuses.

1- Deus bíblico (Deus El, o chefe do Panteão Cananeu)
2- Deus Hesus dos Druidas(O Atual Jesus)
3- Deus Khrisna (Oriental Hindu)
4- Espirito Santo (Deus Romano)

Estes são os deuses que o cristianismo adora, ou seja, uma adoração politeísta, entretanto ensinam ao povo que são monoteístas.

Concílios Romanos que foram fundamentais para a criação do "Messias"
dos cristãos, como também os atributos que lhe foram dados.

Primeiro Concílio de Constantinopla

O Primeiro Concílio de Constantinopla se realizou em 381, e foi debatido a natureza de Krishna (Cristo) e o arianismo.
Este o primeiro Concílio Ecumênico realizado em Constantinopla, foi convocado por Teodósio I em 381

(É bom frisar que Cristo não existia em tal época, agora, debater a natureza de Krishna? Claro que não, todos sabiam que Krishna é um deus Hindu, como da mesma forma Hesus (Jesus) é um deus dos Druidas)



O concílio aprovou o Credo niceno-constantinopolitano, e tratou de outros assuntos teológicos, este concílio foi realizado na Igreja de Santa Irene em maio a julho de 381

(Credo niceno-constantinopolitano, na verdade foi a criação do espirito santo que por qualquer motivo não ficou definido durante o concílio de Nicéia)



Até cerca do ano 360, debates religiosos tratavam principalmente da divindade de Jesus, que deveria ser a segunda pessoa da Trindade.

(Portanto, antes do ano 360, o Jesus ainda não era "divino", e nem fazia parte da tal segunda pessoa da Trindade, aí está uma prova como tudo foi inventado e decretado pelo homem)



Como já foi dito, o Concílio de Niceia não aprovou a criação do Espírito Santo, que seria a terceira pessoa da Santíssima Trindade

Daí este tema voltou a ser debatido, porém os macedonianos não concordavam com tal idéia.

O concílio foi presidido por Timóteo de Alexandria, Manuel da Antioquia, Gregório Nazianzeno e Nectario, o arcebispo de Constantinopla.

O concílio reconfirmou o primeiro Concílio de Niceia como uma verdadeira exposição de fé ortodoxa, desenvolvendo uma declaração de fé que incluía a linguagem de Niceia, então ampliou a discussão sobre o Espírito Santo combatendo a "heresia" dos macedonianos.

(Heresia porque não concordavam com a farsa, aliás, quem não concordasse com os decretos romanos era taxado de herege)

É o chamado Credo niceno-constantinopolitano porque concluiu uma idéia que relativa ao concílio de Nicéia, que foi a criação do Espírito Santo aonde foi declarado que:

Senhor, o Doador da vida que procede do Pai, com o Pai e o Filho é adorado e glorificado". Com isso ficou implicitamente estabelecido que o Espírito Santo deve ser do mesmo ser que Deus Pai. Esta decisão do concílio sobre o Espírito Santo também deu apoio oficial para o conceito da Trindade.

(Muito bem, se o Pai do Espirito santo foi os Romanos, esta conclusão por decretos, soam como uma piada, mais uma prova como tudo foi inventado e decretado pelo homem)



O Primeiro Concílio de Constantinopla não tinha originalmente a intenção de ser um concílio ecumênico, mas apenas regional, motivo pelo qual os bispos ocidentais e o Papa Dâmaso I foram ignorados. Somente em 451, o Concílio de Calcedônia considerou o Primeiro Concílio de Constantinopla como ecumênico e só foi reconhecido pelo Ocidente no século VI[3] pelo Papa Hormisda, e mesmo assim a validade do terceiro cânone (que deu ao bispo de Constantinopla a precedência sobres os bispos de Alexandria e Antioquia) não foi aceito pelos papas,[4] argumentando-se que violava o cânon sexto do Concílio de Niceia, os direitos de Alexandria e Antioquia, nos quais o Bispo de Roma baseava sua autoridade no fato de ser o sucessor de São Pedro, e não o bispo da capital imperial.[5] Cânones Foram emitidos sete cânones, quatro eram de caráter doutrinário e três disciplinares. O primeiro cânone é uma importante condenação dogmática do arianismo, e também de macedonianismo.[6] O segundo cânone renova a legislação do Primeiro Concílio de Niceia impondo os bispos diocesanos a observância dos limites das dioceses.[7] O terceiro cânone decreta a criação de prerrogativas de honra para Constantinopla: “O Bispo de Constantinopla, no entanto, deve ter a prerrogativa de honra, após o Bispo de Roma porque Constantinopla é Nova Roma”.[8] Esse decreto deve-se ao fato que em 330 a capital do Império Romano foi transferida para Constantinopla, assim a cidade tornou-se um centro político e eclesiástico de grande importância. O quarto cânone declara a invalidade da consagração de Máximo I de Constantinopla, filósofo e rival de Gregório de Nazianzo, como Bispo de Constantinopla.[9] O quinto cânone foi aprovado no ano seguinte em 382, e é em relação aos bispos ocidentais, e ao Papa Dâmaso I.[10] O sexto cânone pode pertencer ao ano de 382, bem como, foi aprovado no Concílio de Trulo e fala sobre os bispos acusados de irregularidades.[11] O sétimo cânone refere-se aos procedimentos para receber certos hereges na igreja.[12] Portanto, acreditem ou não, o povo chamado cristão é enganado completamente.