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Jesus o falso Messias de Roma

O Protestantismo no Brasil e seus atos

Os protestantes holandeses
chegaram ao Brasil matando e saqueando


Esse artigo esclarecedor mostra conforme relatos da própria revista protestante Eclésia, edição especial de Abril de 2000, como foi danosa a chegada do protestantismo ao Brasil. Os que redigiram o artigo, cegos pela carnificina, intolerância, vandalismo e destruição que promoveram para implantar o protestantismo, apenas festejavam o fato de terem vindo a este país edificar em solo alheio, bem depois da chegada do catolicismo.
A revista foi publicada no ano 2000 e eles estamparam vagamente na capa um “500 anos” seguido da frase: “A presença evangélica na história do Brasil”. Ora quem estava completando 500 anos, no ano 2000 foi o Brasil e não o protestantismo no Brasil. O protestantismo sequer tinha 500 anos no ano 2000. Quando o Brasil foi descoberto pelos portugueses no ano 1500, faltavam quase duas décadas para inventarem o protestantismo na Alemanha.
Após fundarem o protestantismo na Alemanha em 1517, essa ideologia travestida de ares religiosos incorporou o desejo de muitos burgueses em apoderar-se do patrimônio da Igreja Católica, em toda Europa isso foi posto em prática da pior forma possível. É evidente que o protestantismo não buscava a evangelização de ninguém mas edificar onde a Igreja Católica já tinha pregado e apoderar-se de seu legado patrimonial e religioso, inclusive proibindo o culto católico.
Quase duas décadas antes do protestantismo existir no mundo, os católicos chegaram pacificamente ao Brasil em três simples caravelas. Foram festejados pelos nativos e em 26 de abril de 1500, foi celebrada a primeira missa pelo Padre Henrique de Coimbra junto com o Padre iniciante Marcos de Oliveira Ferreira, fato este descrito por Pero Vaz de Caminha na carta que enviou ao rei de Portugal, D. Manuel I.
O protestantismo só viria a ser fundado na Alemanha a partir de 1517. Primeiro tratou de se apoderar, sob sangue derramado, dos bens patrimoniais da Igreja Católica na Alemanha e depois em muitos outros países da Europa.
Calvinistas massacrando os jesuítas

Em 1570, foram enviados ao Brasil para evangelizar os índios o Padre Inácio de Azevedo e mais 40 jesuítas. Vinham a bordo da nau São Tiago quando em alto mar os interceptou o calvinista Jacques Sourie. Como prova de seu "evangélico" zelo mandou degolar friamente todos os padres e irmãos e jogar os corpos aos tubarões. (Luigi Giovannini e M. Sgarbossa in Il santo del giorno, 4ª ed. E.P, pág. 224, 1978).
Segundo a revista protestante Eclésia:

“Manhã de 15 de fevereiro de 1630, no horizonte da capitania de Pernambuco surge, segundo documentos da época, "a maior armada que já cruzou o equinocial, de seus barcos os holandeses avistam a beleza das praias do Recife, um pacato povoado na periferia de Olinda, cidade importante da colônia." "Desde alguns anos estavam de olho naquele ponto da costa brasileira.
A região parecia promissora para seu objetivo de implantar uma "Nova Holanda" nos trópicos - muita água, riquezas naturais, clima e regime dos ventos favoráveis, e um litoral com bons pontos de desembarque e uma grande área protegida pelos arrecifes para fundear os navios. Os forasteiros que se aproximavam não eram meros aventureiros ou corsários, eles vinham mesmo para ficar e colonizar aquela terra à sua maneira e fazê-la virar protestante a força”.
“Não era a primeira vez que conquistadores holandeses lançavam-se sobre o Brasil. Em 1624, invadiram Salvador, onde inclusive realizaram um culto reformado no dia 11 de maio daquele ano dirigido pelo reverendo Enoch Sterthenius.” Veja então como foi realizado o culto protestante no Brasil: 1624, as igrejas católicas na Bahia foram depredadas e transformadas em depósitos, celeiros, adegas ou paióis e a Sé foi destinada ao culto anglicano.
A revista iglésia confessa que os protestantes eram “invasores”

“No ano seguinte, os invasores foram rechaçados por forças espanholas, portuguesas e brasileiras, com auxílio dos índios potiguares. Mas eles não desistiram, logo organizariam uma esquadra nova e poderosa: 56 navios, 1,1 mil canhões, 3,8 mil tripulantes e 3,5 mil soldados.” “A conquista de Olinda e Recife consumiu poucos dias, mas o resto da capitania ofereceu resistência feroz, comandada por Matias de Albuquerque e Felipe Camarão. Depois de cinco anos de uma luta encarniçada com requintes de guerrilha na selva, toda Pernambuco passou ao controle holandês. Vencida a resistência inicial, a ocupação deslanchou por todo o Nordeste.”
André Cunha retratou o ataque dos incendiários protestantes à Olinda

Em Olinda, no ano 1631, os invasores protestantes destruíram e queimaram as igrejas católicas. A única igreja que ficou intacta foi a de São João Batista dos Militares, que servia de quartel general às tropas invasoras. “Em pouco tempo, as igrejas católicas foram transformadas em abrigos de soldados. Os utensílios do culto romano, como imagens, altares e paramentos sacerdotais, destruídos.”
De acordo com a revista, a narrativa da invasão protestante

“Os invasores chegaram a dominar 1,2 mil quilômetros da costa, incluindo os atuais territórios da Bahia, Sergipe, Alagoas e toda a faixa de terra até o Maranhão.
"Morto está o Brasil", sentenciou o padre jesuíta Antônio Vieira, um dos maiores cronistas do período colonial", estava criada a Nova Holanda.
Matança em plena missa

Em 16 de julho de 1645, o Padre André de Soveral e outros 70 fiéis foram cruelmente mortos por mais de 200 soldados holandeses e índios potiguares persuadidos pelos holandeses. Os fiéis participavam da missa dominical, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú, no município de Canguaretama, localizado na Zona Agreste do Rio Grande do Norte. Por seguirem a religião católica, pagaram com a própria vida o preço pela crença, por causa da intolerância calvinista dos invasores.
“A estabilidade da Nova Holanda ao menos temporariamente estava garantida, antes disto em 1637, um novo responsável pelas possessões holandesas no Brasil chegara ao Recife, seu nome, Johann Mauritius von Nassau-Siegen, ou simplesmente Maurício de Nassau, um calvinista praticante.”
Nassau era um protestante alemão a serviço dos invasores holandeses.
Maurício de Nassau, foi intolerante ao catolicismo, as procissões católicas foram proibidas, os dias santos foram declarados nulos, sendo reconhecidos apenas a Páscoa e o Natal como feriados. As missas só podiam ser celebradas dentro de algumas casas, já que as igrejas haviam sido ocupadas pelos reformados, a procissão de São João foi proibida pelos invasores holandeses.
Maurício de Nassau foi um dos maiores traficantes de escravos da África para o Brasil

Em 25 de junho de 1637, devido a falta de escravos para os engenhos de cana de açúcar fugidos por causa da guerra entre holandeses e portugueses, Nassau envia uma expedição de nove navios para a Guiné, na África, sob comando do coronel Hans van Koin, para trazer mais negros para Pernambuco. De acordo com o estudo do historiador e professor José Antônio Gonsalves de Mello, o maior pesquisador da invasão, por volta de 1640, na província holandesa o número de escravos era tão grande que igualava-se ao número de luso brasileiros que somavam 30 mil. Em 30 de maio de 1641, tendo convencido os dirigentes da Cia das Índias que era mais vantajoso atacar Angola por conta dos escravos, do que a Bahia, Nassau envia uma força de invasão à África com 20 navios e mais de 4.000 homens.
Países de raça negra, mercados do protestantismo

No ano seguinte, 1642, o pintor de Nassau confessa que sendo os congoleses já submissos a Nassau, seu rei em troca de favores, o presenteia com seiscentos escravos, sendo uma terça parte para o Príncipe, outra para o Conde de Nassau e uma terceira parte para a Cia das Índias. (“Albert Eckhout – Pintor de Maurício de Nassau no Brasil 1637/1644 – Clarival do Prado Valladares – Livroarte Editora)
Sobre o desrespeito empregado pelos protestantes ao povo negro, e a convocação feita pelo Sr. Hernani Francisco da Silva, Presidente da Sociedade Cultural Missões Quilombo à todas as Igrejas protestantes a pedirem perdão pelo desrespeito, preconceito, escárnio e tráfico deste povo, o bispo protestante Robinson Cavalcanti tentando limpar a barra do escravagista e intolerante Maurício de Nassau, brada:

" Pode-se dizer que o Brasil foi o primeiro lugar do mundo a experimentar um governo onde existiu a possibilidade de diferentes cultos e manifestações religiosas. Maurício de Nassau introduziu aqui a tolerância religiosa."

Porém logo em seguida é corrigido pelo historiador Leonardo Dantas que acrescenta: "Não se tratava de uma liberdade total, havia restrições a cultos não reformados.", ou seja, a “liberdade” era só para culto protestante. A mesma revista afirma que os não protestantes só podiam fazer culto de portas fechadas.
Considerado um esbanjador pelas vultosas quantias que evaporava, Nassau acabou sendo chamado de volta em 1644. Partiu numa esquadra de treze naus que transportava carga avaliada em 2,6 milhões de florins. A sua bagagem pessoal ocupava duas naus. Com sua saída e com os custos da invasão cada vez mais altos, a manutenção da Nova Holanda tornou-se inviável e não tardou a ser derrotada pelos lusos brasileiros.
Batalha dos Guararapes, o povo contra o calvinismo

A primeira batalha ocorreu em 19 de abril de 1648, e a segunda em 19 de fevereiro de 1649.
A primeira Batalha dos Guararapes é simbolicamente considerada a origem do Exército Brasileiro devido a ser o episódio onde de acordo com as correntes historiográficas tradicionais em História do Brasil, esse movimento assinala o início do nacionalismo brasileiro, pois os brancos, africanos e indígenas fundiram os seus interesses na luta pelo Brasil e não por Portugal.
Foi esse movimento que deu à população local a verdadeira compreensão de seu valor, incutindo no povo o espírito de rebeldia contra qualquer tipo de opressão. (BLOCH Editores. História do Brasil, Vol. 1, pág. 180, 1976).

A revista protestante com a intenção de homenagear o invasor Maurício de Nassau, disse:

"A administração de Maurício de Nassau conquistou a simpatia do povo, a ponto de ele chegar a ser chamado "Santo Antônio" numa alusão ao popular santo católico que, acredita-se, nunca deixou de atender um pedido.”
Entretanto o que foi chamado de “Santo Antonio”, foi o bairro que os invasores holandeses chamavam de “Velha Maurícia”. O nome “Santo Antonio” deu-se ao bairro porque lá antes dos holandeses chegarem já estava o convento de Santo Antônio. Seria deveras contraditório o povo chamar um déspota protestante que proibiu o culto católico e queimou as igrejas católicas de “santo”.
O engraçado é ver a revista protestante lançar um artigo para comemorar “o sonho do Brasil protestante” publicar isto no fim da matéria: “Ainda hoje, se pergunta se a vida não seria melhor num Brasil holandês. O historiador Leonardo Dantas apressa-se em desfazer o mito. " Basta ver o que é hoje o Suriname, ex-Guiana Holandesa, para verificar que os holandeses não eram exatamente um modelo de colonização", garante.”
As outras vertentes protestantes colonizaram a África do Sul, Índia, Nigéria, Botswana, Jamaica, Bahamas, São Vicente e Granadinas e também fracassaram, tanto na evangelização como na qualidade de vida do povo, ficando provado que os países “ricos” protestantes só o são, porque foram todos usurpados do catolicismo a força.

Apologista Oswaldo Garcia: “ Necessário preciso saber que os "reformadores" não reformaram nenhuma igreja, não se reforma uma casa criando em volta dela uma multidão de barracos.”
Outras invasões Holandesas na Bahia

Uma esquadra flamenga comandada pelo almirante Leynssen na ante-véspera do Natal do ano de 1599, irrompeu no porto transformou a baía de Todos os Santos em grande campo de batalha, pondo à prova as defesas fundadas nos princípios estratégicos dos mestres portugueses que repeliram e impediram o desembarque do agressor. "Durante 55 dias, em que a cidade viveu em sobressalto, os holandeses afundaram e queimaram os navios lusos no porto e pilharam o recôncavo, assaltando engenhos, destruindo alambiques e incendiando casas."
Diante de tão graves acontecimentos, sentindo a necessidade urgente de fortificar a cidade, o governador Francisco Nunes Marinho mandou edificar os fortes do morro de São Paulo, de Santa Maria e de São Diogo e concluiu a construção da fortaleza de Santo Antônio, sendo os três últimos no Porto da Barra.
Em 14 de abril de 1624 os holandeses foram avistados à altura da foz do São Francisco, no dia 9 de maio as 9 horas da manhã, transpondo a barra faziam calar com os seus canhões o forte da Ponta do Padrão, em cujas proximidades desembarcaram 1.250 homens, enquanto o grosso da esquadra rumava para o porto da cidade.
O remanescente do exército espanhol desertou inteiramente desmoralizado. A cidade caiu sem reagir, sendo saqueada pela tropa que se regalou com a fartura de alfaias, jóias e mercadorias, além da prata amoedada "em tão grande quantidade que os soldados não se davam ao trabalho de contar moedas, repartindo-as sob medida, na base de uma copa de seus chapéus para cada um."
Preso o governador, que não acompanhara o bispo na retirada, trataram os invasores de fortificar a cidade, onde se estabeleceram, sediando o seu governo na Casa da Câmara; as igrejas foram depredadas e transformadas em depósitos, celeiros, adegas ou paióis e a Sé foi destinada ao culto anglicano, os altares quebrados e as imagens destruídas.
A Reação veio em 22 de março de 1625 sob o comando do espanhol D. Fradique de Toledo Osório, uma esquadra de 52 navios de guerra, além de urcas, patachos e outros barcos, com um exército de 12.563 homens. Bloqueada a esquadra holandesa, desembarcaram as tropas restauradoras e apertaram o cerco, em 30 de abril foi assinada a capitulação dos holandeses no Convento do Carmo, sendo a cidade inteiramente reocupada no dia seguinte.
Em 25 de abril de 1640 os holandeses voltaram a ameaçar a Bahia. Era de pânico a situação da cidade diante do desastre sofrido pela esquadra comandada pelo Conde da Torre, composta de 86 naus, que tendo partido para atacar os holandeses em Pernambuco, foi totalmente desbaratada, salvando-se apenas um bergatim em que retornou o comandante derrotado.
Logo a seguir, aporta a esquadra Lichtbardt, que trazendo ordens expressas de Nassau para levar tudo a ferro e fogo, em represália pelos danos causados pelas tropas de Luis Barbalho nas regiões ocupadas pelos holandeses, em 25 de abril de 1640 atacou a cidade e incendiou e destruiu 27 engenhos além de povoações e casas particulares no recôncavo.
Novo assalto sofreu a cidade em 1647 por uma armada de 2.500 homens, sob o comando de Sigismundo Van Sckoppe, que desembarcou em fevereiro na ilha de Itaparica, fronteira a Cidade de Salvador, onde resistiu às guerrilhas e às expedições mandadas da cidade, só se retirando em dezembro de 1647, à aproximação da frota de reforço mandada de Lisboa.
Nova invasão foi tentada pelos holandeses comandadas por Paul Wan Carrden, a 20 de junho de 1654. Tendo investido contra o arraial do Rio Vermelho e sendo repelidos, bombardearam a cidade intensamente durante quarenta dias, quando propuseram retirar-se mediante resgate, ao que respondeu o governador Diogo Botelho, desafiando-os a virem "buscar na praça mais rica do mundo, pelas armas, o almejado tributo."
É quando findam as tréguas entre Espanha e Holanda e logo chegam notícias à Bahia de uma grande esquadra flamenga — 26 naus —, que se aprestava para vir atacar a Colônia "tendo como comandante Jacob Willekens e Pieter Heyn, sob a chefia militar de João Wan Dorth, conhecedor da costa e da cidade do Salvador, onde estivera preso."
O governo Diogo de Mendonça Furtado, que andava em luta com o bispo D. Marcos Teixeira, acelerou as obras de defesa da cidade: "fortes e trincheiras, esperas e redutos foram de pronto armados com guarnições dobradas para reforço do potencial defensivo; pregões transmitiam à população resoluções da Câmara e do Governador, proibindo a retirada dos seus haveres e assegurando plena garantia a tudo e a todos."
Salvador perdera o aspecto silencioso, transformada num movimentado centro de atividades guerreiras. Nada menos de 3.000 homens se concentravam nos campos próximos do centro urbano e novos contingentes chegavam constantemente dos engenhos do recôncavo e das aldeias indígenas.

Estes preparativos foram perturbados pela atuação do bispo que, aproveitando-se do descontentamento provocado pela expectativa de um ataque que não chegava, aconselhou aos chefes militares do recôncavo a retornarem ao seu labor, o que realmente ocorreu.

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